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quinta-feira, 9 de junho de 2016

Famoso cientista admite que o universo foi criado por Deus





Kaku acredita que ele tem evidências encontradas sobre Deus em seu trabalho e diz que o universo não é um acidente

Michio Kaku é um cientista físico teórico de renome mundial. Ele publicou mais de 70 artigos em revistas de física sobre temas como a supersimetria, teoria das supercordas, supergravidade e física hadrônica. Mas a sua mais recente afirmação pode chocar o mundo da ciência e da comunidade ateia.
"Cheguei à conclusão de que estamos em um mundo feito por regras criadas por uma inteligência", Kaku diz em um vídeo produzido pela Big Think. "Para mim é claro que nós existimos em um planeta que é regido por regras que foram criadas, moldadas por uma inteligência universal e não por acaso". A conclusão de Kaku é clara. "A solução final pode ser que Deus é um matemático", disse Kaku. "Acredito que a mente de Deus é música cósmica. A música de cordas de ressonância através do hiperespaço de 11 dimensões", disse.
Quanto mais os cientistas estudam o universo, mais perto eles parecem estar de Deus. Kaku acredita que ele tem evidências encontradas sobre Deus em seu trabalho e diz que o universo não é um acidente. Ele ajudou na construção da Teoria de Cordas, pioneira do universo sobre a ideia de que o universo é formado por muitas dimensões diferentes de espaço e tempo.
Teoria das Cordas é muito complexa e requer um fundo significativo na física para explicar, mas é favorecida por muitos cientistas, porque sucintamente responde a muitas das perguntas que eles têm sobre o universo. Ainda assim, essa teoria não fornece uma equação completa e satisfatória sobre o universo.
O problema da física são as leis que explicam por que o universo funciona, como faz no nível macro, mas não se aplicam ao nível micro. Einstein da física e da física quântica, tem uma lacuna entre suas explicações sobre o que os cientistas ainda não podem explicar. Por exemplo, porque é que minúsculas partículas quânticas podem se elevar dentro e fora da existência do nada? A teoria das cordas tenta fornecer uma resposta a esta pergunta.
A Criação
Enquanto trabalhava na Teoria das Cordas, Kaku, descobriu o que ele vê como evidência de que o universo é criado por uma inteligência, ao invés de meramente formada por forças aleatórias. Ele sugere sua explicação por meio do que ele chama de "primitivas tachyons semi-raio". Não existe ainda uma explicação sucinta desta ideia de Kaku e nem do que ele está se referindo a “tachyons”, que são partículas teóricas que se desvinculam de uma outra partícula.
Kaku conclui que vivemos em um universo de estilo Matrix, criado por uma inteligência. "Cheguei à conclusão de que estamos em um mundo feito por regras criadas por uma inteligência", disse ele. "Acredite em mim, tudo o que chamamos de ‘chance’ hoje não faz mais sentido. Para mim, é bastante claro a existência de um plano que é regido por regras que foram criadas, moldadas por uma inteligência universal e não por acaso", confessa.
Então, isso significa que Kaku agora acredita em Deus? Sim e não. Ele não chega a se referir a uma divindade religiosa, mas para a comunidade cristã é reconfortante ver que cientistas que pesquisam os mistérios do universo estão a encontrar Deus.

Fonte: CPAD News
Confira o vídeo (ative as legendas em português):

sábado, 24 de agosto de 2013

Presidente da Guatemala declara o Jesus Cristo como o Senhor da nação


O presidente da Guatemala, Otto Pérez Molina, disse, nesta quinta feira  durante a primeira 'National Prayer Breakfast', que Jesus Cristo era o Senhor da nação. 
"Hoje, o nome Cristo como Senhor da Guatemala é declarado em nome de cada uma de nossas gerações que vivem numa 'Guatemala Próspera'", disse o presidente.
Pérez Molina também refletiu sobre a dependência de Deus. "Pela manhã, é difícil olhar no primeiro relatório a quantidade de guatemaltecos mortos no dia anterior por causa da violência. Nesse momento, Cristo me dá forças, pois tudo posso Naquele que me fortalece", disse.
O evento também contou com a presença do presidente do Congresso Nacional da República, Pedro Muadi, e do presidente do Tribunal Constitucional, Hector Perez Aguilera.
"Estar na presidência é uma bênção que Deus me deu e eu não posso perder essa bênção, porque Deus quer que eu esteja lá", disse o presidente.
A cerimônia realizada no Hotel Vista Real teve a presença dos congressistas americanos Robert Aderholt e Randy Hultgren, do Partido Republicano.
Aderholt, congressista do estado de Alabama, lembrou que eles começaram a 'National Prayer Breakfast' na América em 1953. Naquela ocasião, assumiu o então presidente Dwight Eisenhower.
"Guatemala será luz para as nações. Identificamos elos entre raças e culturas. Queríamos unir líderes desde que começamos com a 'Guatemala Próspera', há 10 anos. Estamos sonhando com a transformação social, vemos uma geração de mudança", disse Carlos Sandoval, vice da 'Guatemala Próspera', entidade que organizou a 'National Prayer Breakfast'.


Fonte: CPAD NEWS

segunda-feira, 2 de maio de 2011

OSAMA BIN LADEN - Morto o homem mais procurado do mundo - 02.05.2011

Osama Bin Laden -Morto em 02.05.2011

Noticiada pelas principais agências de notícias do mundo e agora já confirmada por Barack Obama, Presidente dos EUA, a morte de Osama Bin Laden, o homem mais procurado do mundo.

Osama Bin laden, líder terrorista, comandante do famoso e trágico ataque do 11 de Setembro de 2011, às torres gêmeas do World Trade Center, em Nova Yorque, ataque esse que abalou os Estados Unidos da América  e o mundo, passou a ser procurado pela inteligência americana, tendo sido encontrado e morto a balas na última noite.

Não sabemos exatamente quais as consequências do acontecido, porém, de qualquer forma, entendemos também que o fato não exterminará com o terrorismo mundial, mas a notícia com certeza marca um divisor de águas nessa página negra da história.

De acordo com as informações, o corpo de Osama Bin Laden, foi jogado no mar, o que deixará para sempre perguntas no ar. A foto divulgada é importante, mas não elimina outras provas que seriam fundamentais.

Prédio onde estava Bin Laden

Osama Bin Laden morto a balas
Fonte:Point Rhema

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Pastor cristão Youcef Nadarkhani recebe pena de morte no Irã

[[PEÇO DIVULGAR ESTE ASSUNTO]]
PASTOR YOUCEF NADARKHANI É SENTENCIADO A MORTE NO IRÃ


Por reclamar do monopólio mulçumano no ensino religioso da escola dos filhos.

International Christian Concern

Tradução: João Cruzué

A Comissão Americana para a Liberdade Internacional Religiosa - USCIRF expressou preocupação pelo caso de um pastor cristão que está preso a mais de um ano e recentemente foi ameaçado de execução por "apostasia". A comissão exortou a Administração do governo Obama para pressionar pela sua libertação incondicional.

Este caso é mais uma evidência de que não há transparência ou justiça no chamado sistema "legal" iraniano para as minorias religiosas, disse o Sr. Leonard Leo, diretor da Comissão. A administração Obama deve continuar falando alto, no mesmo tom da Secretária de Estado Hillary Clinton falou em agosto para as minorias iranianas. A pressão internacional causa impacto no Irã, e o regime tem mostrado leniência em alguns casos em que há escrutínio internacional.

Youcef Nadarkhani, um pastor do Norte do Irã, foi preso [prisão de Lakan] em outubro de 2009 depois que ele questionou o monopólio muçulmano no ensino religioso que seus filhos estavam recebendo na escola, argumentando que a Constituição do Irã permite criar os filhos na fé de seus pais. O Pastor Nadarkhani, e mais tarde sua esposa, Fatemeh Passandideh, foram acusados de apostasia. Enquanto sua esposa foi solta no começo deste mês, depois de quatro meses de prisão, de acordo com fontes iranianas o Pastor Nadarkhani foi acusado, declaradamente julgado, e informado verbalmente que ele vai receber pena de morte, embora nenhum nenhum veredito formal tenha sido emitido.

Durante o anos passado, os registros da combalida liberdade religiosa do governo iraniano deterioraram, especialmente quanto às religiões: baha'is, cristã e muçulmanos Sufis. Agressões físicas, aborrecimentos, detenções, prisões, intensificação de aprisionamento. Mesmo as minorias religiosas não-muçulmanas reconhecidas, como Judeus, arminianos e Cristãos Assírios e Zoroastrismo, protegidos sob a constituição iraniana têm enfrentado crescente discriminação e repressão. Desde a disputa eleitoral de junho de 2009, o governo iraniano tem intensificado sua campanha contra as minorias religiosas não muçulmanas.

Este modelo de prender e prejudicar as minorias religiosas, combin ado com a retórica inflamadado presidente Ahmadinejad e outros líderes não tinha sido vistas desde os primeiros anos da revolução iraniana. Disse o diretor da USCIRF, Sr. Leonard Leo.

--O fator tempo é essencial neste caso. A vida deste Pastor está por um fio. Nós comclamamos nosso governo e a comunidade internacional para pressionar e cobrar a libertação e assegure que não vai tomar ações extremas neste caso nem em outros semelhantes a este.

Fonte: Persecution.org



Comentário: A pedido irmão Felipe Ribas, pesquisei este assunto direto na fonte; estou repercutindo no blog olhar cristão. O nome deste pastor precisa ser espalhado para tudo enquanto é espaço vitual. Quanto mais conhecido ele for na comunidade internacional, maiores as chances dele não ser executado no Irã. Esta tradução está disponível para todos os que quiserem colaborar nesta causa.' (João Cruzué). Quem sabe o presidente Lula possa apresentar esta causa ao seu "colega" do Irã?

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Diga SIM à liberdade religiosa!



"Filhinhos, não amemos de palavra nem de boca, mas em ação e em verdade."
1 João 3.18
A Organização da Conferência Islâmica, que compreende 57 países, sendo a maioria de população muçulmana, apresentará mais uma vez a Resolução da Difamação da Religião na Assembleia Geral das Nações Unidas, no final deste ano.

Seguindo uma mobilização global organizada pela Portas Abertas Internacional, o underground, ministério de jovens da Missão Portas Abertas, iniciou dia 1° de outubro a campanha Free to Believe, que tem o objetivo de arrecadar assinaturas em todo o país e unir-se a milhões de outros cristãos ao redor do mundo para se posicionar contra a Resolução da Difamação da Religião.

Essa resolução dá ao governo, o poder para determinar quais visões religiosas podem ou não podem se expressar nesses países predominantemente islâmicos. E ainda, dá ao estado o direito de punir aqueles que expressam posições religiosas "inaceitáveis", de acordo com eles. Portanto, a resolução, na verdade, legaliza a perseguição.

O abaixo-assinado servirá para demonstrar descontentamento e preocupação por parte dos cristãos brasileiros, mas, além disso, conscientizar a Igreja no país de que ela pode fazer diferença e atuar em favor daqueles que necessitam. O intuito é engajar os jovens, seus amigos, igreja, familiares, colegas de classe etc. para que essa resolução seja derrotada.

Quanto mais nomes forem arrecadados em todo o mundo, mais chance haverá de que a ONU não a aprove.

No Brasil, o abaixo-assinado pode ser preenchido online ou por meio de download do arquivo que pode ser impresso quantas vezes forem necessárias. Na página da campanha, existem recursos disponíveis como vídeos e material em Powerpoint. Para mais informações sobre a campanha Free to Believe, acesse www.portasabertas.org.br/freetobelieve ou ligue para (11) 5181 3330.

Assine agora mesmo!

terça-feira, 9 de março de 2010

ATEÍSTAS LANÇAM CAMPANHA CONTRA LIVROS RELIGIOSOS

Alunos da Universidade do Texas, em San Antonio, nos Estados Unidos, membros do “Atheist Agenda” (”Agenda Ateísta”, em português, que teve início em 2005), trabalharam para convencer outros alunos a trocarem livros ou textos religiosos por uma revista de pornografia através da campanha “Smut for Smut”, ou, em português claro “Sujeira por Sujeira”.

A campanha deste ano levou milhares de pessoas à Sombrilla Plaza, na própria faculdade, entre os dias 1º e 3 de março (segunda a quarta).

Segundo o site local 
www.mysanantonio.com , o movimento acredita que textos religiosos, de qualquer credo, são tão sujos quanto pornografia. Na visão de seus representantes, alguns fragmentos de livros sagrados contêm violência e tortura, além de propagarem guerras religiosas. A ideia do grupo foi promover o debate público e, logicamente, atrair mais membros para a sua comunidade.

Segundo um dos participantes, se os grupos religiosos podem colocar seus missionários na rua, batendo de porta em porta e acordando os outros às sete horas da manhã de um sábado, ele pode colocar uma mesa em frente à faculdade onde estuda e promover seu movimento.

Na manifestação, houve quem discordasse dos ateístas. Perto da mesa do “Smut for Smut”, um calouro colocou uma faixa dizendo “Deus ama você! Pegue sua Bíblia e aprenda com ela!”. Estudantes cristãos e ateístas travaram um debate intenso, mas não houve violência.





Fonte: Folha Gospel




Eu sou o Senhor, e fora de mim não há Salvador.
Eu anunciei , eu salvei, e eu o fiz ouvir, e deus estranho não houve entre vós, pois vós sois minhas as testemunhas, diz o Senhor; eu sou DEUS.
Ainda antes que houvesse dia, Eu Sou, e ninguém há que possa fazer escapar das minhas mãos; operando eu, quem impedirá?
Is 43.11-13;

segunda-feira, 1 de março de 2010

União Europeia quer defender os direitos dos cristãos perseguidos

A agência International Christian Concern (ICC) foi informada que a União Europeia (foto da bandeira ao lado) estabeleceu um grupo de trabalho para proteger os cristãos perseguidos e preparar um manual para as embaixadas dos países participantes, sobre o tratamento dado às minorias cristãs.

Na Itália, o Ministro do Exterior, Franco Frattini, em uma entrevista para o jornal Avvenire, afirmou: “Poderíamos organizar um grupo com os países que tem a mesma mentalidade de proteger o direito dos cristãos de professarem sua fé em qualquer lugar do mundo. Veja, os cristãos nunca tiveram um grupo que lhes oferecesse um forte apoio por meio de seus governos”.
O Ministro também declarou que seu país realizará uma conferência internacional este ano sobre a liberdade religiosa, e logo criará um documento para a Assembleia Geral das Nações Unidas, tratando sobre os direitos dos cristãos.
Os cristãos formam o grupo religioso mais perseguido no mundo. As nações muçulmanas são os principais perseguidores dos cristãos, seguidos pelas nações comunistas. Países com maioria hindu, como a Índia, também perseguem os cristãos de maneira severa.

Fonte; Folha Gospel

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Igreja católica alemã pede perdão por abusos sexuais contra crianças

O presidente da conferência episcopal alemã declarou-se "profundamente comovido" nesta segunda-feira com o escândalo de abusos sexuais contra menores em instituições católicas do país, e pediu perdão a todas as vítimas.

"Estou profundamente comovido pelos casos de abusos que foram revelados", declarou o arcebispo Robert Zollitsch, na abertura de uma conferência de bispos alemães, que ocorre até quinta-feira em Friburgo.

"O abuso sexual contra um menor é sempre um crime horrendo. Quero me juntar à afirmação do papa Bento XVI, e pedir perdão a todos aqueles que foram vítimas de tais crimes", acrescentou.

Na semana passada, Bento XVI qualificou os abusos sexuais contra menores de "crime odioso" e "pecado grave", após uma reunião excepcional com os bispos irlandeses, atingidos por um escândalo de pedofilia.

Na Alemanha, o escândalo veio à tona em janeiro no colégio jesuíta Canisius de Berlim, onde o reitor reconheceu que vários ex-alunos sofreram abusos sexuais nos anos 1970 e 1980, nos quais estiveram envolvidos pelo menos dois professores jesuítas.

Segundo uma pessoa encarregada pelo colégio de acompanhar o caso, cerca de 120 alunos disseram ter sofrido abusos.

O escândalo se extendeu a outros colégios jesuítas da Alemanha, em cidades como Hannover, Bonn e St. Blasien.



Fonte:FOLHA GOSPEL











domingo, 17 de janeiro de 2010

LÍDER JUDEU PRESSIONA PAPA.....


PULLELLA -
Um líder judeu italiano disse ao papa Bento 16 neste domingo que seu predecessor papa Pio 12 deveria ter se manifestado com mais força contra o Holocausto para mostrar solidariedade aos judeus levados aos "fornos de Auschwitz".

Os comentários do presidente da comunidade judaica de Roma, Riccardo Pacifici, foram feitos durante a primeira visita do papa à sinagoga de Roma e estão entre os mais explícitos já feitos por um líder judeu em público a um papa.
"O silêncio de Pio 12 antes do Shoah ainda machuca porque alguma coisa deveria ter sido feita", disse Pacifici ao papa, usando a palavra hebraica para o Holocausto.
"Talvez isso não tivesse impedido os trens da morte, mas teria mandado um sinal, uma palavra de extremo conforto, de solidariedade humana, para aqueles nossos irmãos transportados para os fornos de Auschwitz", disse ele.
A visita, a terceira de Bento 16 a um templo judaico desde que se tornou papa em 2005, dividiu a comunidade judaica italiana após ele ter dado continuidade ao processo de santificação de Pio 12 no mês passado. Muitos judeus dizem que Pio, que foi papa de 1939 a 1958, não fez o suficiente para ajudar os judeus que enfrentavam a perseguição da Alemanha nazista.
Em seu discurso ao papa, Pacifici prestou homenagem aos católicos italianos, padres e freiras que viveram durante a guerra, e disse que seus esforços fazem o "silêncio" de Pio doer ainda mais.
O Vaticano mantém que Pio 12 não se silenciou durante a guerra, mas que ele preferiu trabalhar nos bastidores, preocupado de que a intervenção pública pudesse piorar a situação tanto para os judeus quanto para os católicos na Europa em guerra.
Em resposta a Pacifici, Bento 16 defendeu as ações da Igreja Católica para ajudar os judeus durante a Segunda Guerra, dizendo que o Vaticano "agiu de maneira discreta e escondida".
"A própria Sé Apostólica forneceu assistência, muitas vezes de uma maneira escondida e discreta", disse Bento 16 em seu discurso na sinagoga.
Bento 16 foi recebido por líderes judeus internacionais e de Roma ao chegar na sinagoga às margens do rio Tibre, perto do Vaticano, para começar a visita de duas horas.
Antes de entrar no templo, líderes judeus mostraram ao papa uma placa lembrando a deportação de judeus romanos pelos alemães em 16 de outubro de 1943, e outra em homenagem a um menino de dois anos morto em um ataque armado na sinagoga em 1982.
A visita vem 24 anos após o papa João Paulo ter se tornado o primeiro papa em quase 2 mil anos a entrar em uma sinagoga e chamar os judeus de "nossos amados irmãos mais velhos".
Grupos judaicos reagiram com raiva no mês passado, quando Bento 16, um alemão que participou da Juventude Hitlerista e do exército alemão enquanto adolescente durante a Segunda Guerra Mundial, aprovou um decreto reconhecendo as "virtudes heroicas" de Pio 12. Pelo menos um rabino e um sobrevivente do Holocausto boicotaram a visita.
Os dois passos remanescentes à santidade de Pio são a beatificação e a canonização, que podem levar muitos anos. Grupos judaicos querem que o processo seja congelado até que os arquivos do Vaticano sejam abertos a estudiosos.



(Reportagem de Philip Pullella)

FONTE: ESTADÃO.COM.BR

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Padres pedófilos devem ser punidos na Justiça



Os padres acusados de abuso sexual e pedofilia devem ser punidos, inclusive pela Justiça comum, considerou nesta terça-feira o cardeal brasileiro Cláudio Hummes, prefeito da Congregação para o Clero, em entrevista ao Osservatore Romano, o jornal do Vaticano.


Referindo-se ao "doloroso caso irlandês", o cardeal brasileiro disse que "é preciso determinar objetivamente as responsabilidades por tamanha dor". "É preciso ir até o fim, com determinação, inclusive recorrendo à Justiça comum", para punir os culpados de abusos, acrescentou Hummes.
Esta questão "prejudica as vítimas, em primeiro lugar, mas também atinge profundamente o coração da Igreja", estimou o cardeal, pedindo também para "não se generalizar" a questão.
Cláudio Hummes lamentou o impacto deste tipo de caso sobre a imagem dos padres. "A imprensa destaca estes casos, em vez de falar das coisas boas da imensa maioria dos padres", afirmou.
"Não podemos negar a existência de episódios dolorosos, mas são casos limitados", prosseguiu o cardeal.
"A enorme maioria dos padres do mundo é composta por pessoas dignas, comprometidas, prontas para dar a vida", disse o prefeito.
No dia do Natal, dois bispos irlandeses apresentaram sua renúncia ao Papa Bento XVI, elevando o total de demissões voluntárias a quatro, depois de um relatório acusando a Igreja Católica de acobertar os crimes cometidos por padres pedófilos na região de Dublin.
O relatório Murphy denunciou os dirigentes do arcebispado de Dublin, o maior da Irlanda, por terem protegido os padres culpados de abusos sexuais sobre crianças.
No dia 29 de dezembro, um padre italiano, Luciano Massaferro, foi preso em Alassio (noroeste) por abusar sexualmente de uma menina de 11 anos.

Fonte: FOLHA GOSPEL

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

O mito que atiça o conflito no Oriente Médio


Desde que Israel declarou sua independência em 1948, tem sido difundido um perigoso mito sobre o Oriente Médio, que enfraquece quaisquer esperanças de paz. Os inimigos de Israel afirmam que o Estado Judeu foi criado às custas dos árabes da Palestina, a fim de aliviar a consciência do mundo com respeito à tragédia do Holocausto nazista.
Rami Ayad
Ahmadinejad crê que, se uma pessoa negar o Holocausto, poderá negar a Israel seu direito legítimo de existir.
Na foto: Lula com o presidente do Irã.

Hoje, o principal porta-voz desse mito não é outro senão Mahmoud Ahmadinejad, o presidente do Irã. Ahmadinejad acrescenta uma perversa deturpação a isso tudo: ele afirma que o Holocausto nunca aconteceu. Através de sua lógica perversa, Ahmadinejad crê que, se uma pessoa negar o Holocausto, poderá negar a Israel seu direito legítimo de existir e estará trabalhando para a destruição de Israel. É esse mito – o de que o nascimento de Israel provocou uma injustiça – que continua a abastecer as fogueiras do conflito entre árabes e israelenses. Para alcançarmos a paz, precisamos recontar a história do sionismo com a finalidade de reafirmar o legítimo direito que Israel tem de existir.
Depois da II Guerra Mundial, os britânicos haviam se cansado do papel de governantes da Palestina. Em 1947, eles decidiram entregar a questão da Palestina à Organização das Nações Unidas (ONU), que havia sido formada há pouco tempo. O comitê criado pelas Nações Unidas para investigar a questão foi denominado UNSCOP, Comitê Especial das Nações Unidas Sobre a Palestina, no qual havia representantes de 11 países.
Embora não haja nenhuma dúvida de que a tragédia do Holocausto tenha tido influência sobre os membros do UNSCOP, o que eles viram durante sua visita à Palestina em 1947 teve um efeito muito mais profundo sobre a decisão final a que chegaram, recomendando a divisão da terra: uma comunidade judaica bem organizada que já havia criado as instituições necessárias para um Estado independente. Como escreveu o Professor Kenneth Stein da Universidade de Emory: “...as Nações Unidas decidiram dividir a Palestina em um Estado árabe e um Estado judeu por causa das realidades daquele território, não por causa de sentimentos de culpa coletivos”. Quais eram essas realidades, e como elas foram criadas?
Durante os 50 anos de intensa atividade sionista que antecederam 1947, a comunidade judaica da Palestina criou escolas de língua hebraica, jornais em hebraico, teatro falado em hebraico, agricultura, indústria e sistema de saúde hebraicos, além da Universidade Hebraica em Jerusalém. Todas essas realizações não foram concluídas da noite para o dia.
O difícil processo de construção da nação começou com a criação da Organização Sionista em 1897, por Theodor Herzl. Seu objetivo era criar um Estado judaico na Palestina, a antiga terra natal do povo judeu. As terras que foram compradas legalmente dos proprietários árabes pelo Fundo Nacional Judeu – uma criação da Organização Sionista – possibilitaram a construção de fazendas e cidades judaicas. De fato, foi neste ano que celebramos o centésimo aniversário da fundação da cidade de Tel Aviv. Outras cidades judaicas, como Rishon L’Zion, fundada em 1822, são anteriores ao movimento sionista.
Os inimigos de Israel precisam ser relembrados de que, antes do início da II Guerra Mundial, e do Holocausto nazista, a população judaica da Palestina já era composta por 450 mil pessoas.
Em 1947, quando os membros do UNSCOP tomaram a decisão de recomendar a divisão da Palestina em dois Estados, um judeu e outro árabe, eles estavam simplesmente validando uma realidade que já existia.
Em novembro de 1947, a Assembléia Geral da ONU votou a favor da divisão da Palestina. Logo depois do voto histórico, ninguém menos que o jornalTimes de Londres publicou um editorial extraordinário em 1º de dezembro, que dava apoio à decisão da ONU, com esse curto, porém poderoso, argumento: “Fica difícil imaginar como o mundo árabe, e muito menos os árabes da Palestina, sofrerá por causa do mero reconhecimento de um fato que já estava consumado – a presença na Palestina de uma comunidade judaica compacta, bem organizada e virtualmente autônoma”.
Não há dúvida de que, quando as Nações Unidas votaram pela divisão em 1947, elas o fizeram com pleno conhecimento de que o povo judeu havia obtido o direito de ter um Estado por meio do trabalho árduo e do suor dos pioneiros judeus. O reconhecimento dessa verdade fundamental abriria as portas à paz...
Quando o presidente do Irã não atacar mais a legitimidade de Israel, e quando o governo do Irã não se empenhar mais por armas nucleares e deixar de sustentar o Hamas e o Hezb’allah (Partido de Alá), que buscam destruir Israel, então poderá haver paz.

(Bob Feferman –www.realclearworld.com - http://www.beth-shalom.com.br)

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Blogueiros acusam mídia iraniana de adulterar foto


Blogueiros acusam mídia iraniana de adulterar a foto de um comício de apoio ao presidente reeleito do Irã Mahmoud Ahmadinejad para simular que havia um maior número pessoas no local. Foto demostrando a suposta alteração começou a circular na internet nesta quarta-feira (17). A imagem original teria sido alterada com o programa Photoshop pelo jornal de direita Kayhan News. Esta não é a primeira vez que imagens relacionadas ao Irã são alteradas, embora o governo do país nunca tenha sido ligado diretamente a esses casos. Em 2008, um site iraniano divulgou a foto de um lançamento de mísseis em que havia quatro foguetes, quando só três foram lançados.

Leia mais aqui:REVISTA ÉPOCA