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sábado, 26 de maio de 2018

ÉTICA CRISTÃ E PLANEJAMENTO FAMILIAR - Lição 09


Por José Roberto A Barbosa

ÉTICA CRISTÃ E PLANEJAMENTO FAMILIAR
Texto Áureo: Hb. Sl. 127.3   – Texto Bíblico: Gn. 1.24-31

INTRODUÇÃO
O planejamento familiar é um tema relevante, a ser discutido no meio evangélico, com base nos princípios bíblicos. Na aula de hoje, trataremos a respeito desse assunto, inicialmente definiremos o que é Planejamento Familiar, diferenciando-o do Controle de Natalidade. Em seguida, mostraremos a visão bíblica a respeito dos filhos, mostrando que existem diferenças na Antiga e Nova Aliança. Ao final, apresentaremos algumas recomendações cristãs, com vistas a um melhor planejamento familiar.

1. DEFINIÇÃO DE PLANEJAMENTO FAMILIAR
A expressão Planejamento Familiar é bastante ampla, e pode ser aplicada às diferentes partes da sua constituição. Comumente é usado para se referir ao total de filhos que um casal tem ou pretende ter. O Planejamento Familiar é diferente do Controle de Natalidade, que geralmente é imposto pelo Estado, ou mesmo por uma religião. O Planejamento Familiar, diferente daquele, é assunto do casal, que deve avaliar dentro das suas possibilidades, quantos filhos pretende ter. A ONU define-o como “o exercício da paternidade responsável, e a utilização voluntária e consciente por parte do casal, do instrumento necessário à planificação do número de filhos e espaçamentos entre uma gestação e outra”. Cabe, portanto, ao casal, a decisão pelo método contraceptivo mais apropriado, sempre consultando um profissional da área, que acompanhará a utilização de um método específico. Os cristãos devem atentar para alguns métodos disponíveis, pois alguns deles são de natureza abortiva, por isso não devem ser utilizados. Antes de fazer sua opção, o casal deve orientar-se com um método, e tirar as suas dúvidas a fim de não cometer agravo nesse sentido. E é importante deixar claro: aborto não é método contraceptivo, optar por seria descartar uma vida humana.

2. A VISÃO BÍBLICA SOBRE OS FILHOS NA ANTIGA E NOVA ALIANÇA
Reconhecemos que existem poucos versículos bíblicos que tratam especificamente a respeito do Planejamento Familiar. Na Antiga Aliança, essa prática não era incentivada, principalmente porque os israelitas viviam em uma cultura guerra, e de cultura campesina. Por esse motivo, ter muitos filhos era sinal de prosperidade, inclusive de bens materiais. Não faz muito tempo, os pais tinham muitos filhos no Brasil, principalmente na época em que a maioria das pessoas residiam no campo. Com o êxodo rural, muitos migraram para a cidade, e dependendo da condição socioeconômica, optam por ter mais ou menos filhos. A nível de escolaridade, ao que tudo indica, contribui significativamente para o Planejamento Familiar. A classe média costuma ter menos filhos, geralmente dois ou três. Enquanto que as classes com menor poder aquisitivo, costumam ter mais filhos. Na Antiga Aliança havia a esperança da mulher de ser a mãe do Salvador, por isso mesmo Maria foi agraciada (Lc. 1.28). Em todo caso, devemos reconhecer que, em geral, ter filhos é uma orientação divina, dada no princípio, ainda que, a ordenança para a procriação é geral, não é específica (Gn. 1.28).

3. O PLANEJAMENTO FAMILIAR NO CONTEXTO CRISTÃO
Os cristãos devem saber que podem apelar para os métodos contraceptivos, a fim de melhor planejarem a quantidade de filhos na família. A influência do catolicismo fez com que muitos evangélicos pensassem que o Planejamento Familiar fosse pecado. Mas devemos saber que o sexo não é apenas para a procriação, conforme estudamos anteriormente, é também para a recreação. E mais, a mulher ovula apenas uma vez ao mês, sendo assim, a utilização de métodos contraceptivos não abortivos é uma opção normal, que pode ser recorrida por qualquer casal cristão, considerando as orientações profissionais. É importante que os casais considerem suas possibilidades, e avaliem a partir dos princípios bíblicos, a quantidade de filhos que terá. Ter filhos é uma benção do Senhor (Sl. 127.3), mas é preciso criá-los com sabedoria, para que não se transformem em maldição. A base para o Planejamento Familiar não pode ser egocêntrica, muitos casais não querem ter filhos porque consideram custoso, ou no caso da mulher, porque “deformam” o corpo. A esse respeito, devemos considerar que fomos chamados para amar, e esse inevitavelmente implica em sacrifício. Deus enviou Seu Filho, que morreu pelos nossos pecados (Jo. 3.16), os pais também devem considerar o sacrifício como parte do relacionamento familiar.

CONCLUSÃO
O Planejamento Familiar é uma opção para o casal cristão, que pode decidir com sabedoria, e debaixo de oração, quanto filhos pretende ter. Tal planejamento deve ser orientado por um profissional da saúde, que dará os encaminhamentos necessários. É importante considerar as condições socioeconômicas, e também a disposição para o sacrifício. Pois o amor deve ser a premissa fundamental, e a entrega aos filhos que, na maioria dos casos, exige algum tipo de sacrifício.

BIBLIOGRAFIA
KAISER JR, W. C. O cristão e as questões éticas da atualidade. São Paulo: Vida Nova, 2015.
PLATT, D. Contracultura. São Paulo: Vida Nova, 2016.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

EXORTAÇÃO À SANTIDADE LIÇÃO- 08


EXORTAÇÃO À SANTIDADE LIÇÃO- 08

  TEXTO ÁUREO


"Ora, amados, pois que temos tais promessas, purifiquemo-nos de toda imundícia da carne e do espírito, aperfeiçoando a santificação no temor de Deus"
(2 Co 7.1).


  VERDADE PRÁTICA



Através de uma vida de santificação e pureza, o crente separa-se das paixões mundanas, dedicando-se sacrificalmente ao serviço de nosso Senhor Jesus Cristo.


 





  

LEITURA DIÁRIA



 Segunda
1 Pe 1.16
Deus é santo
 Terça
Lv 11.45
Sede santos, porque eu sou santo
 Quarta
Hb 13.12
Santificados pelo sangue de Cristo
 Quinta
2 Tm  2.21
Santificados e idôneos
 Sexta
Hb 12.14
Sem santificação ninguém verá o Senhor
 Sábado
Jo 17.17
Santificados na verdade


  
 LEITURA BÍBLICA EM CLASSE



2 Coríntios  6.14-18; 7.1,8-10



  INTERAÇÃO



Todo crente compromissado com o Senhor deseja viver em santidade. A santificação é um processo, longo, é realizada paulatinamente por meio do Espírito Santo naqueles que a buscam com um coração sincero e puro. Paulo amava os coríntios, por isso, os advertiu a viver uma vida de santidade na presença de Deus. O apóstolo, com amor e zelo, advertiu os irmãos a respeito do jugo desigual e da parceria com os incrédulos.  Ele enfatizou o fato de que é preciso haver separação entre "luz e trevas", "justiça e iniquidade", "templo de Deus" e "templo de ídolos".

 OBJETIVOS


Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
Compreender o que levou Paulo a buscar a reconciliação e a comunhão com os coríntios.
Conscientizar-se a respeito da importância de se ter uma vida santificada.
Explicar o porquê de Paulo ter reiterado seu amor para com os coríntios.









Por Uilson Camilo

 
INTRODUÇÃO

 
Os cristãos que estão compromissados com Deus vivem uma vida de santidade, separados do pecado procuram trilhar caminhos que agradem ao Senhor.
É neste pensamento que Paulo exorta os coríntios à viver uma vida separada das trevas. Diante disto quero apenas compartilhar um breve comentário abordando dois pontos que julgo de extrema importância nesta lição que seguem abaixo.

 
JUGO DESIGUAL

Paulo exorta os crentes a não formarem parcerias com os incrédulos porque isso poderia enfraquecer seu compromisso e integridade, ou os padrões cristãos. Seria uma má contribuição. Diante de Deus há dias categorias de pessoas: as que estão em Cristo e as que não estão. O crente, portanto, não deve ter comunhão ou amizade íntima com incrédulos, porque tais relacionamentos corrompem sua comunhão com Cristo. Neste contexto estão as sociedades nos negócios, ordem secretas (Maçonaria), namoro e casamento com incrédulos. A associação entre o cristão e o incrédulo deve ser o mínimo necessário à convivência social ou econômica, ou com o intuito de mostrar ao incrédulo o caminho da salvação.
Anteriormente Paulo explicou que isso não significava ficar longe dos incrédulos (1Co 5.9-10). Ele queria que os crentes fossem ativos em seu testemunho a respeito de Cristo aos incrédulos. Os crentes podem fazer tudo que estiverem ao seu alcance para evitar situações que possam forçá-lo a dividir sua lealdade.
Aqueles que descobriram a luz de Deus não podem ter nenhuma comunhão ou indulgência para com as trevas.

 
SEPARAÇÃO ESPIRITUAL

 
A separação do mundo envolve mais do que se manter distantes dos pecadores, significa ficar próximo de Deus. Envolve mais do que apenas evitar o entretenimento mundano, estende-se à questão de como empregamos nosso tempo e dinheiro.
O conceito de separação do mal é fundamental para relacionamento entre Deus e o seu povo. Segundo a Bíblia, a separação do mal abrange duas dimensões, sendo uma negativa e outra positiva:
  1. A separação moral e espiritual do pecado e de tudo que é contrário a Jesus Cristo, à Justiça, e à Palavra de Deus;
  2. Acercar-se de Deus em estreita e íntima comunhão, mediante, a dedicação, a adoração e o serviço a Ele;
Contudo devemos resistir ao pecado à nossa volta, sem desistir ou ceder.

"Tentado não cedas, ceder é pecar melhor e mais nobre será triunfar"
O crente que deixa de separar-se da pratica do mal, do erro, da impureza, o resultado inevitável será a perda da comunhão com Deus, da sua aceitação pelo pai, e de seus direitos de filho.

 
Conclusão

Devemos sempre conservar nossa comunhão com Deus, e se afastar de tudo que comprometa nosso relacionamento com o Pai.

 
Boa aula!!!

 
Uilson Camilo

 
Fontes consultadas:
Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal – CPAD
Bíblia de Estudo Pentecostal - CPAD


 

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

A RESTAURAÇÃO ESPIRITUAL DE DAVI


A felicidade do homem perdoado. Exortação ao arrependimento

Bem-aventurado aquele cuja transgressão é perdoada, e cujo pecado é coberto.
 Bem-aventurado o homem a quem o SENHOR não imputa maldade, e em cujo espírito não há engano.
 Enquanto eu me calei, envelheceram os meus ossos pelo meu bramido em todo o dia.
 Porque de dia e de noite a tua mão pesava sobre mim; o meu humor se tornou em sequidão de estio. (Selá)
 Confessei-te o meu pecado e a minha maldade não encobri; dizia eu: Confessarei ao SENHOR as minhas transgressões; e tu perdoaste a maldade do meu pecado. (Selá)
 Pelo que todo aquele que é santo orará a ti, a tempo de te poder achar; até no transbordar de muitas águas, estas a ele não chegarão.
 Tu és o lugar em que me escondo; tu me preservas da angústia; tu me cinges de alegres cantos de livramento. (Selá)
 Instruir-te-ei e ensinar-te-ei o caminho que deves seguir; guiar-te-ei com os meus olhos.
 Não sejais como o cavalo, nem como a mula, que não têm entendimento, cuja boca precisa de cabresto e freio, para que se não atirem a ti.
 O ímpio tem muitas dores, mas aquele que confia no SENHOR, a misericórdia o cercará.
 Alegrai-vos no SENHOR e regozijai-vos, vós, os justos; e cantai alegremente todos vós que sois retos de coração.

Salmo 32;

Deus quer perdoar os pecadores. O perdão sempre foi parte da natureza amorosa do Senhor.
As únicas pessoas realmente felizes são aquelas que receberam de Deus o perdão dos seus pecados, e por isso a culpa das suas transgressões não pesa mais sobre seus corações e mentes, e sua consciência não as perturba mais. Tal bem-aventurança é concedida a todos os pecadores que vierem ao Senhor

Vinde a mim, todos os que estais cansados e 
   oprimidos, e eu vos aliviarei.
     Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, 
   que sou manso e humilde de coração, e encontrareis 
   descanso para a vossa alma. Mt 11.28-29

Reconhecer e confessar o pecado, com um coração sincero e arrependido, sempre trará o perdão gracioso da parte de Deus, a remoção da culpa e a dádiva da sua presença constante. 
O que é confissão? Contar o nosso delito a Deus é concordar com Ele sobre o fato de sermos pecadores. É afirmar nossa intenção de abandonar o pecado, afim de obedecermos fielmente o Senhor.


sexta-feira, 31 de julho de 2009

SUBSÍDIOS LIÇÕES BÍBLICAS


CONFIRA SUBSÍDIO PARA LIÇÕES BÍBLICAS 3º TRIMESTRE 2009.
COMENTÁRIO E ESBOÇOS DA PRÓXIMA LIÇÃO, APROVEITE E BOA AULA.

NO BLOG FAMÍLIA EBD

quarta-feira, 1 de julho de 2009

SUBSÍDIOS LIÇÕES BÍBLICAS


CONFIRA SUBSÍDIO PARA LIÇÕES BÍBLICAS CPAD 3º TRIMESTRE 2009.
LIÇÃO 1 A PRIMEIRA CARTA DE JOÃO.

CLIQUE AQUI E CONFIRA:

FAMILIA EBD

quinta-feira, 18 de junho de 2009

segunda-feira, 20 de abril de 2009

DESPENSEIROS DOS MISTÉRIOS DE DEUS


Por Uilson Camilo

Que os homens nos considerem como ministros de Cristo e despenseiros dos mistérios de Deus. Além disso, requer-se nos despenseiros que cada um se ache fiel. Todavia, a mim mui pouco se me dá de ser julgado por vós ou por algum juízo humano; nem eu tampouco a mim mesmo me julgo. Porque em nada me sinto culpado; mas nem por isso me considero justificado, pois quem me julga é o Senhor. Portanto, nada julgueis antes de tempo, até que o Senhor venha, o qual também trará à luz as coisas ocultas das trevas e manifestará os desígnios dos corações; e, então, cada um receberá de Deus o louvor. Não escrevo essas coisas para vos envergonhar; mas admoesto-vos como meus filhos amados. Porque, ainda que tivésseis dez mil aios em Cristo, não teríeis, contudo, muitos pais; porque eu, pelo evangelho, vos gerei em Jesus Cristo. Admoesto-vos, portanto, a que sejais meus imitadores. (1Co 4.1-5;14-16).

INTRODUÇÃO

Paulo exortou os irmãos a pensarem sobre ele, Pedro e Apolo como meros servos de Cristo a quem foram confiados os mistérios de Deus. Diferente de alguns ministros de nossa época, que afirmam que foram chamados para estar acima dos membros da Igreja, dizem que sua função é só liderar. Mas o apóstolo deixa bem claro e analisando a etimologia da palavra "ministro" entendemos que eles foram escolhidos e capacitados para servir a noiva de Cristo.

Os apóstolos somente eram servos de Cristo, mas não deviam ser menosprezados. Tinham sido encarregados de uma grande missão, e por essa razão, tinham um ofício honroso.


 

OS VERDADEIROS MINISTROS DE CRISTO

1 – O que é um Ministro?

Paulo ao fazer menção da palavra ministro (hyperetes), ele denota o sentido de um subordinado, trabalhador braçal, remador, criado ajudante que recebe ordem de outra pessoa. Observamos com isso que em nenhum momento Paulo fala do ministro como o maioral da sinagoga ou igreja. Entendamos que um ministro biblicamente falando não é chamado para um alto cargo de governo, mas para serem verdadeiros servos colocando-se a serviço da obra do Senhor. Somos ministros de Cristo logo chamados para fazer cumprir sua soberana vontade.

CHAMADOS POR DEUS

Só os que realmente foram chamados por Deus devem, exercer o santo ministério evangélico, conforme vemos na vida de Arão (Hb 5.4). Há alguns que se intitulam ministros do Senhor, mas não passam de aventureiros e mercenários de olho na gordura das ovelhas do rebanho do Mestre. O escritor aos hebreus deixa claro que está honra são para os que foram chamados por Deus. Paulo tinha plena convicção de sua chamada e que foi o próprio Senhor que o escolheu para pregar o Evangelho, observamos isto em suas cartas tais como: Rm 1.1; Gl 1.15; Ef 1.1; 1Tm 1.1). Uma coisa a destacar é que o ministério daqueles que são verdadeiramente chamados pelo Senhor é a confirmação deste com sinais que são operados pelo Espírito de Deus que coopera com os legítimos ministros de Cristo (Mc 16.20).

DESPENSEIROS

A idéia, aqui, é mais da qualidade no trabalho que se faz para Deus.
Despenseiro é o guardião da propriedade alheia, administrador de bens que pertence a outros, mordomo, tesoureiro, tutor, gerente ou superintendente de uma casa. O Dr. Shedd comenta que, em relação aos escravos, o despenseiro é um supervisor e, em relação ao Senhor, ele é um servo.   

Este termo é usado para descrever a função de autoridade delegada por "Cristo, como Filho, sobre a sua própria casa; a qual casa somos nós", Hb 3.6. É a clara percepção de que tudo pertence a Jesus e nós somos seus mordomos ou despenseiros.  

MISSÃO DOS DESPENSEIROS

Os que são chamados por Deus para está obra maravilhosa, têm uma responsabilidade muito grande, por isso requer-se dos despenseiros que sejam compromissados com a sublime tarefa que lhes foram confiada. Não podem esquecer sua principal função de administrar os mistérios de Deus como bons servos (escravos de Cristo) "doulos". Alguns líderes acham que foram chamados para serem donos do rebanho de Deus e agem até como ditadores esquecendo que também são servos como os demais com uma diferença: a responsabilidade de ensinar as ovelhas do rebanho de Cristo.

Para está missão o despenseiro tem que ser fiel, honesto, pois estará administrando a propriedade do Mestre Jesus como afirma Paulo a Tito 1.7, ele cuida da dispensa, das riquezas de Jesus.

CARACTERISTICAS DO VERDADEIRO DESPENSEIRO

Podemos encontrar vários tipos de despenseiros, mas os despenseiros de Cristo têm qualidades que fazem diferença entre os demais aqueles que realmente foram chamados têm características peculiares que são:

FIDELIDADE Ne 13.13; 1Co 4.1, 2; Mt 25.20-30; Ap 19.11.

DILIGÊNCIA Pv 10.4; 22.29.

MORDOMIA Mt 24.45; Lc 12.42.


 CONCLUSÃO

Mordomo ou despenseiro sabemos que o Senhor da obra procura os fiéis que cuidem com diligência de seus bens preciosos, pois sabemos que o nosso trabalho não é vão no Senhor (1C0 15.58).

Que Deus abençoe a todos e uma boa aula.


 

No amor do Mestre

Uilson Camilo.


 
Fontes Consultadas:

BEP – CPAD

LBM – CPAD

COMENTÁRIO BÍBLICO MATHEW HENRY - CPAD


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 

quarta-feira, 8 de abril de 2009

A SUPERIORIDADE DA MENSAGEM DA CRUZ


A SUPERIORIDADE DA MENSAGEM DA CRUZ
Texto Áureo: I Co. 1.18 - Leitura Bíblica em Classe: I Co. 2.1-10

Por José Roberto A. Barbosa.

Objetivo: Mostrar que a pregação evangélica eficaz não se baseia em pressupostos religiosos ou argumentos filosóficos, mas na cruz de Cristo, loucura para os que perecem, mas para os salvos, poder de Deus.

INTRODUÇÃO
Na igreja de Corinto havia tanto judeus religiosos quanto intelectuais instruídos na filosofia grega. Na lição de hoje, veremos que, como naqueles dias, a religiosidade e a filosofia humana imperam, mas ambas estão distanciadas da verdade do evangelho de Cristo. As palavras do Apóstolo, conforme veremos neste estudo, revelam que o fundamento da fé cristã não repousa nesses dois pólos, mas na centralidade da mensagem da cruz, loucura para os que perecem e o poder de Deus para os que crêem.

1. A MENSAGEM DA RELIGIÃO
A religião é uma tentativa humana de aproximação de Deus. É uma espécie de torre de Babel (Gn. 11.9), de confusão, por meio do qual o homem, através dos seus esforços, de suas vestes de figueira (Gn. 3.7) quer agradar ao Criador. Para tanto, a religião se sustenta numa série de regras e padrões humanos na tentativa de manipular as pessoas (Cl. 2.20-23). Nos tempos de Paulo, especificamente na cidade de Corinto, a religião judaica determinava os procedimentos a serem seguidos a fim de que o ser humano adquirisse sua salvação, essa era uma defesa dos judaizantes (Gl. 1.8,9), que pregavam um outro evangelho distinto do de Cristo. Quando Jesus esteve entre os religiosos de sua época, eles cobravam a realização de milagres (Mt. 12.18-40). O problema dos sinais é que eles, ao invés de fortalecerem a fé, na verdade, viciam as pessoas a sempre quererem mais sinais, como aconteceu com os israelitas quando caminhavam pelo deserto. Há pessoas que não conseguem se distanciar dos sinais, somente acreditam se, como Tomé, avistarem as feridas de Jesus (Jo. 20.25). O pior da religião, no entanto, é a busca pelo mérito divino. Os religiosos estão sempre buscando fazer algo para agradar a Deus, não entendem o milagre do novo nascimento (Jo. 3.3) e que somos salvos pela graça, por meio da fé, isso não vem das obras para que ninguém se glorie (Ef. 2.8,9).

2. A MENSAGEM DA FILOSOFIA
A filosofia em Corinto, quando Paulo escreveu sua Epístola, era um conhecimento valorizado, cujo fundamento era a racionalidade. Tal racionalidade era apregoada pelos filósofos clássicos, com os quais os gregos estavam acostumados. Para esses filósofos, a base do conhecimento estava na “sofia”, isto é, na “sabedoria” humana. Através das reflexões humanas, os pensadores daqueles tempos, como alguns da modernidade, buscam Deus, através das investigações lógicas, trazer provas racionais de Sua existência. Deus, no entanto, nega-se a ser conhecido pelas vias da razão exclusiva. Quanto mais o homem pergunta por Deus através de suas especulações filosóficas, mais deles Ele se distancia. É pouco provável que alguém reconheça o Deus, Pai do Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo pela investigação filosófica. O máximo que podemos apreender é a figura de um Criador poderoso que tudo fez ou de um Legislador Moral que julgará a todos devido a consciência universal do pecado. Para o homem natural, representado pelos materialistas ou existencialistas ateus, Deus não passa de um delírio. Para os filósofos deitas, Deus pode ser comparado a um relojoeiro que criou o mundo e o entregou ao acaso. Para os agnósticos, Deus pode até existir, mas como não se pode saber, resta, como os atenienses dos tempos de Paulo, construir um altar ao Deus Desconhecido (At. 17.23). A filosofia, como área de conhecimento humano, tem o seu devido valor. Não podemos negar a contribuição que o estudo filosófico trouxe a humanidade. Alguns filósofos, na verdade, foram cristãos, tais como Agostinho de Hipona, Anselmo de Aorta, Blaise Pascal, Soren Kierkegaard, entre outros. Mas, em se tratando do evangelho de Cristo, somente podemos conhecê-lo espiritualmente, pois Ele o foi revelado pelo Espírito. O mistério de Deus chegou até nós por meio de Jesus de Cristo (Cl.1.26; 2.2). O estudante cristão de filosofia deve levar cativo todo conhecimento à obediência de Cristo (II Co. 10.5). Caso contrário, o conhecimento filosófico pode acabar distanciando-o da Palavra de Deus (Cl. 2.8).

3. A MENSAGEM DA CRUZ DE CRISTO
Os judeus pedem um sinal, os gregos querem sabedoria (I Co. 1.22) A mensagem do evangelho de Cristo, por conseguinte, é um escândalo para os judeus e loucura para os gregos. Aprouve a Deus, entretanto, salvar os homens (e mulheres) pela loucura da pregação (I Co.2.14; 3.19). A pregação do apóstolo Paulo, quando esteve em Corinto, não se fundamentou em sofismas, em raciocínios lógicos, mas na cruz de Cristo (I Co. 2.4). A mensagem da cruz é a interdição de Deus tanto aos religiosos quanto aos filósofos. Enquanto a religião quer que as pessoas sejam salvas por meios das suas obras, a mensagem do evangelho de Cristo diz que o homem é salvo pela graça, por meio da fé, e que isso não vem de nós, é dom de Deus (Ef. 2.8,9). Enquanto os homens buscam uma explicação lógica para provar que Deus não existe, Ele, na Sua simplicidade, se faz carne, habita no meio dos homens e, em Cristo, revela-la se como o Deus de amor e graça (I Co. 1.27). A mensagem da igreja cristã não pode ser outra senão a do Cristo crucificado (I Co. 2.2). Não são poucos que atualmente querem sustentar suas mensagem na religiosidade humana ou em argumentos filosóficos. As pessoas somente poderão crer pela fé, e essa resulta da pregação da Palavra de Deus (Rm. 10.17).

CONCLUSÃO
A mensagem da igreja não pode ser religiosa - fundamentada nos méritos humanos, ou filosófica - sustentada na razão pura. A tarefa da igreja é a de se debruçar espiritualmente sobre a Palavra de Deus e proclamá-la em alto e bom som. Essa não agradará a todos os seguimentos da sociedade, continuará sendo escândalo para os religiosos e loucura para os intelectuais. Isso porque os religiosos não admitem serem salvos por outro meio que não seja o esforço pessoal. Os pensadores acham a pregação cristã algo irracional e sem qualquer fundamento lógico. Mesmo assim, com o autor do hino 291 da Harpa Cristã cantamos: “Rude cruz se erigiu, dela o dia fugiu, como emblema de vergonha e dor, mas contemplo esta cruz, porque nela Jesus, deu a vida por mim, pecador. Sim, eu amo a mensagem da cruz, té morrer eu a vou proclamar, levarei eu também minha cruz, té por uma coroa trocar”.

BIBLIOGRAFIA
HOOVER, T. R. I e II Coríntios. Rio de Janeiro: CPAD, 1999.
HORTON, S. M. I e II Coríntios. Rio de Janeiro: CPAD, 2003.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

A Completude da Bíblia - Lição 11


Fonte: CPAD

Título deste subsídio: A Completude da Bíblia
Autor: Elinaldo Renovato de Lima (comentarista da lição deste trimestre)

Porque eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro que, se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus fará vir sobre ele as pragas que estão escritas neste livro (Ap 22.18).

A Bíblia é o livro completo. Comete pecado abominável qualquer que adicionar ou subtrair alguma coisa ao seu conteúdo divinamente inspirado. Os livros, escritos por inspiração humana, podem sofrer revisões ou atualizações. Muitos autores escrevem sobre temas que precisam passar por modificações as mais diversas, visto que se referem às coisas humanas, que são mutáveis e falíveis. No entanto, em se tratando da Bíblia Sagrada, esse fato não pode acontecer.

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quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

O Código de Ética da Bíblia - Lição 10



por Geziel Costa

INTRODUÇÃO

Ética é um aspecto da filosofia, que está dividida ou formada por alguns grupos. Política, Lógica, Gnosiologia, Estética, Metafísica e Ética que definimos,como: “Parte da filosofia que trata das questões e dos preceitos que se relacionam aos valores morais e à conduta humana. Conjunto de princípios, normas e regras que devem ser seguidos para que se estabeleça um comportamento moral exemplar”. (Aulete Dicionário Digital).

I – UM MUNDO SEM A ÉTICA BÍBLICA

Qualquer pessoa pode decidir entre o certo e o errado, seja para com os homens ou Deus, porém a Bíblia ensina como tomar decisões certas diante de ambos. Mas como tomar decisões certas, se hoje o moralmente certo é errado? Como acertar num mundo relativista, Onde as pessoas matam uns para salvar outros? A Bíblia, o Código de Ética Divina, ajuda-nos a tomarmos decisões morais acertadas.

Os valores do mundo corrompido sem Deus, são imorais, relativo e contrário aos princípios bíblicos. O desafio da igreja é grande em combate ao sistema mundano. A prostituição, o homossexualismo, a pornografia, o aborto,a corrupção, assolam a sociedade, desvirtuando-a, dos padrões morais estabelecidos pela Bíblia. O conceito da sociedade sobre namoro, casamento e sexo, revela o hedonismo (prazer imediato), é a influência do egoísmo ético. O índice de aborto é virulento, a cada ano os números aumentam. Uma pesquisa feita no Brasil, revela que 60% dos brasileiros são favoráveis ao aborto. “Porque o juízo será sem misericórdia sobre aquele que não fez misericórdia; e a misericórdia triunfa sobre o juízo” (Tg 2.13).

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terça-feira, 25 de novembro de 2008

SUBSÍDIOS EBD 4º TRIMESTRE/08

ENRIQUEÇA SUA AULA NESTE PRÓXIMO DOMINGO OBSERVANDO COMENTÁRIOS DA LIÇÃO NÚMERO 09 A INERRÂNCIA DA PALAVRA DE DEUS 

                                        CLIQUE AQUI........
NÃO PERCAM EM BREVE MAIS POSTAGENS E COMENTÁRIOS SOBRE AS LIÇÕES DA EBD PARA AUXILIAR
AQUELES QUE TEM ESTE COMPROMISSO SÉRIO DE ENSINAR A SANTA PALAVRA DO SENHOR

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

SUBSIDIO EBD 4º TRIMESTRE /08

A Bíblia é a Palavra de Deus - Márcio Klauber Maia

Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça” 2Tm 3.16

O nome “Bíblia” vem do grego “biblion“, que significa: rolo pequeno de papiro, e é o diminutivo de “biblos“, que significa: “folha de papiro preparada para a escrita. É uma referência ao material utilizado para a escrita pelos primeiros escritores do texto sagrado: o papiro.

A Bíblia inteira foi escrita num período que abrange cerca de 1600 anos. É uma obra de cerca de 40 autores, dos mais distintos e remotos lugares, das mais variadas profissões: de humildes agricultores, pescadores até renomados reis, os quais habitaram em 3 continentes: Ásia, África e Europa, e escreveram em 3 idiomas: hebraico, aramaico e grego.

A Bíblia não é apenas um livro importante, mas a única fonte confiável para conhecer a Deus e compreender seus propósitos. Ela não contém, apenas, a palavra de Deus, mas é a própria fala de Deus aos homens; não relata, apenas, a verdade, mas é a única verdade; não registra, apenas, um conjunto de regras, mas é o único manual de regra e prática. Assim sendo, a leitura, estudo e meditação da Bíblia não é somente importante, mas indispensável para todos os que querem conhecer a Deus e saber a sua vontade.

Para destacar o seu valor e importância para a humanidade, a Bíblia é apresentada através de diversos títulos, tais como: “Escritura” (Mc 12.10) ou “Escrituras” (Mt 21.42), “Sagradas Escrituras” (Rm 1.2); “Sagradas letras” (2Tm 3.15), “oráculos de Deus” (Rm 3.2) ou, simplesmente, “Palavra de Deus” (Mc 7.13). Há também muitos símbolos, que destacam a utilidade da Bíblia, tais como: “semente” da qual nascemos (1Pe 1.23); “luz” pela qual somos guiados (Sl. 119:105), “alimento” pelo qual somos nutridos (Ef. 2:20); “fundamento” sobre o qual somos edificados (Ef. 2:20) e “água”, que lava e purifica (Ef 5.26), entre outros.

1.Revelação

O homem, sendo limitado e finito, não tem condições de alcançar as verdades a respeito de Deus, que é infinito e ilimitado. Para que o pudéssemos conhecer, o próprio Deus deu-se a conhecer, o que chamamos de revelação. Uma definição de revelação é(1): “o desvendamento que Deus faz de si mesmo, girando em torno da pessoa de Jesus Cristo, através da criação, da história, da consciência humana e das Escrituras. Ela é dada através de conhecimentos e de palavras”. Clique aqui para ler o texto completo »

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domingo, 16 de novembro de 2008

Questionário - A Rebelião contra o Deus da Bíblia - Ev. Luiz Henrique

 

QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 7 - A REBELIÃO CONTRA O DEUS DA BÍBLIA
 
TEXTO ÁUREO
1- Complete:
“Para fazer juízo contra todos e ________________________ dentre eles todos os ímpios, por todas as suas ______________________ de impiedade que impiamente cometeram e por todas as duras palavras que ____________________________ pecadores disseram contra ele” (Jd v.l 5).
 
VERDADE PRÁTICA
2- Complete:
Deus ________________ e condenará toda ___________________ contra seu Filho, e toda ______________________________ contra a sua Palavra.
 
I - A REBELIÃO CONTRA DEUS
3- Quais seres espirituais DEUS criou para estarem ao seu lado?
(    ) Pelo menos anjos, arcanjos, querubins, serafins. 
(    ) Pelo menos gnomos, anjos, arcanjos, querubins, serafins. 
(    ) Pelo menos fadas, anjos, arcanjos, querubins, serafins. 
 
4- O que os seres espirituais que DEUS criou para estarem ao seu lado possuíam, que os permitiu se rebelar contra DEUS?
(    ) O livre-arbítrio.
(    ) A predestinação.
(    ) O resplendor de glória.
 
5- Quem era e em quem se tornou o ser chamado “estrela da manhã” (ls 14.12)? Coloque “V” para Verdadeiro e “F” para Falso:
(    ) Era Satanás, então encheu-se de orgulho e, com a clara intenção de suplantar a Deus, se tornou Lúcifer, o inimigo de DEUS.
(    ) Era Satanás, então encheu-se de orgulho e, com a clara intenção de suplantar a Deus, se tornou a brilhante estrela da manhã, o inimigo de DEUS.
(    ) Era Lúcifer, então encheu-se de orgulho e, com a clara intenção de suplantar a Deus, se tornou Satanás, o inimigo de DEUS. Clique aqui para ler o texto completo »

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A Rebelião contra o Deus da Bíblia - Pr. Edevir Peron

INTRODUÇÃO

A rebelião contra Deus existe desde o princípio, mesmo antes de haver homens sobre a terra, sua origem é muito remota, a rebelião contra Deus vem se arrastando á muito tempo, mas um dia chegara ao seu fim.

I. -A REBELIÃO CONTRA DEUS 

Como a rebelião é uma realidade em todos os tempos, faz-se necessário conhecermos o significado e os males que causam a rebelião contra Deus; por isso convido o leitor para nos aprofundar no assunto, conhecendo em primeiro lugar o que significa rebelião.

1. Definição do termo.

No Antigo Testamento hebraico encontramos os seguintes termos:

?????(mãrãh), este verbo tem o significado de “rebelar-se, contender”.  O termo ?????(mãrãh), ocorre umas 50 vezes no Antigo Testamento, e sempre se refere a alguém movido por orgulho se opondo contra alguém. O seu significado primário é desobedecer; dentro do assunto em que estamos a estudar, a palavra conota uma atitude rebelde contra Deus.

????? (merî), é um substantivo com o significado de “rebelião”, esta palavra ocorre raramente.

????? (merî), como adjetivo, o termo significa “rebelde”, e ocorre 23 no Antigo Testamento.

2. A rebelião contra Deus.             

Quando Deus criou os anjos, criou-os com livre-arbítrio; isto é, criou-os com poder de escolha ou liberdade para lhe servir com vontade própria; podendo estes se rebelarem, se assim o desejasse. Porque como falamos a respeito do homem em lições anteriores, a respeito dos anjos não é diferente, Deus não os criou como maquinas programadas, como robô, por exemplo, que é programado para fazer determinada coisa; mas Deus os criou como seres dotados de entendimento e razão.Clique aqui para ler o texto completo »

sábado, 15 de novembro de 2008

SUBSÍDIO LIÇÃO 07 CPAD

TV EBD - A Rebeldia contra o Deus da Bíblia - Ev. Luiz Henrique

Assista os vídeos da TV EBD com a aula da Lição 7 - A Rebeldia contra o Deus da Bíblia. Para facilitar o download, o vídeo é dividido em 5 partes. Você pode assistir aqui mesmo, clicando nos vídeos, ou clicar nos links, acima dos vídeos para salvar; ao abrir a nova página, clique no botão Download. Os vídeos são produzidos pelo Ev. Luiz Henrique e também publicados no site Estudos Bíblicos EBD.

1ª Parte - Lição 7 - 4T/2008 - 1ª parte

2ª Parte - Lição 7 - 4T/2008 - 2ª parte

3ª Parte - Lição 7 - 4T/2008 - 3ª parte

4ª Parte - Lição 7 - 4T/2008 - 4ª parte

5ª Parte - Lição 7 - 4T/2008 - 5ª parte

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